Plutão Já Foi Planeta – Daqui Pra Lá

Sonzinho de uma banda potiguar que tá arrebentando depois que apareceu na rede globo, naquele programa que é apresentado por aquela ex modelo bem gata, que tem aquele cara com voz rouca que cantava numa banda chamada RPM..

O som dos caras é animal e a voz da vocalista me da arrepios de tão incrível!

5 maneiras de ganhar um troco na internet

A internet mudou as relações de trabalho; aproximou fabricantes e consumidores, prestadores de serviços e clientes, quebrou fonteiras e revolucionou diversos mercados. Isso, porém, fez com que as pessoas pensassem que ganhar dinheiro na internet é um truque, uma mágica, um misticismo, uma barganha ou o que diabos se pense.

Na verdade você só pegou as relações de trabalho e levou para um espaço virtual. É isso que a internet fez. Nada além disso. Claro que, nesse processo, novas atividades são criadas, outras se tornam obsoletas – alguém aí ainda faz curso de datilografia? – mas o fato é que nenhuma receita nova foi adiciona à fórmula; apenas um meio de comunicação mais ágil foi inserido.

Mas enfim, nesse cenário e nesse contexto, como a gente pode aproveitar pra faturar uma graninha na internet?

Atividades pra ganhar uns trocados na internet

Responder pesquisas

Sites como o www.mysurvey.com oferece uma quantia interessante para pessoas que estejam interessadas a dedicarem o seu tempo em ajudar empresários a afinarem seus produtos e suas propostas. Você faz o seu perfil e eles enviam algumas pesquisas pra você responder, que se enquadrem aos consumidores que as pessoas procuram. Claro, ninguém vai viver disso, mas dá pra pagar a cerveja

Vender quinquilharias

O Ebay e o MercadoLivre possuem lojas e profissionais que se dedicam 100% do tempo às transações comerciais oriundas nesses sites, mas você não precisa ser um comerciante profissional pra faturar unzinho por lá. Tem sempre alguma bugiganga, tranqueira ou bagulho, novo ou antigo parado aí na sua casa que você pode se livrar e encontrar quem pague algum dinheiro. Dá uma vasculhada no armário – esses sites são verdadeiros brechós online.

Trabalhos artísticos

Se você sabe desenhar, escrever bem, pintar, fazer artesanato, origami, dobradura, pintar vidro, dobrar celofane, ou qualquer trabalho manual e artístico, sites com o www.fiverr.com podem transformar você em um verdadeiro hiponga capitalista virtual do século XXI. Você pode oferecer os seus talentos e produtos por 5 dólares – inicialmente – e depois expandir esse seu negócio para vendas casadas – que são crimes no Brasil, mas o mundo afora parece curtir – nada de mclanche feliz com brinquedinho – o brinquedinho deve ser vendido separadamente.

Trabalhos técnicos

Se você manja de design, webdesign, webmarketing, programação de apps, de softwares, de robôs, de inteligência virtual ou do que quer que seja bem técnico, avançado e diferentão, você pode faturar uma grana em sites como o http://www.upwork.com – antigo Odesk – ou até no www.freelancer.com. Esses sites reúnem gerentes de projetos e pessoas com habilidades técnicas de maneira que todos possam criar uma rede de trabalho, de ganha ganha, no qual sempre quem faz a parte técnica trabalha mais e ganha menos. Mas, de novo, são ótimas maneiras de descolar um trocado no seu tempo livre.

Montar o seu blog

Muita gente tem arriscado isso – assim como nós aqui. Montar um site 100% original, de conteúdo exclusivo e contar com a qualidade do seu trabalho para partir em busca de anunciantes e produtos que possam gerar uma renda de acordo com a quantidade de público que você mobilize nas suas páginas. É um pouco mais trabalho sim, mas ainda assim é uma maneira que pode render uma boa grana. Você pode monetizar as suas páginas com o Google Adwords, com esquema de afiliados estilo www.hormart.com.br ou www.jvzoo.com ou ainda procurar anunciantes diretos, que é a maneira que nós escolhemos aqui. Preferimos negociar com pessoas do que com algoritmos, mas isso é algo extremamente pessoal. Cada um cada um.

 

E você? conhece mais alguma dica pra dividir com o pessoal do blog a respeito de como faturar mais um troquinho por mês na internet? Compartilha com a gente, comenta, deixa a sua mensagem aí embaixo. Bora começar uma discussão saudável!

Sobre abortar

Em um mundo ideal os adolescentes aprenderiam sobre educação sexual na escola/em casa e saberiam as consequências de uma gravidez/DST’s indesejadas, e não em músicas em que o cara diz que tá pegando todas até as ‘novinhas’, etc… conversar sobre educação sexual não seria TABU.
As mulheres e HOMENS teriam mais acesso a meios contraceptivos que não prejudicam tanto seu organismo, igualmente.
O processo de adoção de uma criança seria mais simples, os casais interessados em adotar não escolheriam sempre bebês, nem raça, nem gênero, muito menos esperariam anos para validar a adoção.
Mas veja bem, EM UM MUNDO IDEAL.
Não vivemos nesse mundo.
Mulheres/meninas/adolescentes dão luz à bebês todos os dias, sozinhas, sem planejamento, sem apoio, sem família.
Crianças são abandonadas, abortos clandestinos são feitos, Mães morrem e neles meus queridos, muitas vezes em gestações de mais de três meses, famílias crescem na base de salário mínimo 1,2,3,4 filhos! O tempo passa…
“Bolsa família pra quê?”
“16 anos roubando? Tem que ser preso”
“Matou? Tem que morrer!”
“Padrasto abusa de enteados..”
“Bebê é encontrado dentro de saco plástico”
Pensar “quero ter um filho” não é uma decisão fácil.
“Não posso/queria ter esse bebê, e agora o que eu faço?” Não é fácil, acontece, t o d o d i a.

Saia um pouco da bolha que é a sua vida, sou abençoada por ter informação, educação e consciência das decisões que tomo.
Não penso em ter filhos, agora, não penso em fazer um aborto nunca.
Mas essa sou eu vivendo em minha bolha de privilégios.

Legalizar não é forçar/obrigar.

Luxo, dinheiro, conforto ou um abraço? O que traz mais felicidade?

Hoje vamos falar sobre alguns dos discursos mais utilizados pela humanidade desde o início dos tempos. Ou melhor, desde o início dos tempos monetários, capitalistas e econômicos. Uma frase que é constantemente repetida e criticada na sabedoria popular. Diferentemente dos grandes clássicos dessa sabedoria – que costumam ser praticamente unânimes em seus adeptos, essa frase sempre gera polêmica. Afinal, dinheiro traz ou não traz felicidade?

Para começarmos essa conversa, precisamos primeiramente definir esse amplo conceito que é a felicidade. Segundo o professor e filósofo Clóvis de Barros Filho – em uma palestra linda que faço questão de inserir nesse post – “Felicidade é um instante de vida que vale por si mesmo”. É um momento que você gostaria que fosse mais longo, que demorasse mais pra passar, que não fosse tão efêmero.

 

O mundo das coisas

casas-de-luxo-buziosClaro que a definição dada por esse grande filósofo não é o que a maioria sente e pensa numa sociedade consumista como a nossa. Os padrões que são trazidos para a nossa vida são os padrões de quanto mais se tem, mais feliz se é. Independentemente dos momentos e das experiências, somos julgados constantemente pelas nossas posses e bens. Por exemplo, é praticamente inconcebível para muitos pobres mortais da classe média e baixa que famílias que morem em casas de luxo como essas consigam se dar ao luxo de serem infelizes ou insatisfeitas. Afinal, são casas milionárias, com todo o requinte e conforto que qualquer pessoa possa querer. Dê uma olhada no tamanho dos absurdos das casas que estou falando aqui só para ter uma ideia. Para ter uma propriedade dessas, com certeza a pessoa ainda tem muito dinheiro sobrando para viver a vida e, se dinheiro traz felicidade no mundo das coisas, essas pessoas precisam ser extremamente felizes. Qualquer sinal de tristeza poderá e será tratado como um grande mimimi feito por pessoas que possuem mais que 99% do mundo todo mas, ainda assim, não enxergam o potencia de felicidade que sua fortuna lhes traz.

Isso acontece porque vemos no dinheiro uma materialização de conquista, de poder e de realização. E sim, o dinheiro é capaz de tudo isso: de comprar poder, de adquirir conquistas materiais e de realizar projetos dos mais variados. Mas o dinheiro dificilmente compra relações humanas honestas e desinteressadas. Pessoas que são extremamente ricas e poderosas podem ter um condicionamento muito maior de que todas as pessoas que se aproximam delas também o fazem por sempre querer algo em troca. Sabe aquela velha história de que a gente só sabe quem é o nosso verdadeiro amigo quando a gente tá na merda? Pois então, essas pessoas dificilmente estiveram na merda, economicamente falando. E por mais que o seu meio social seja também composto por pessoas com muito dinheiro e poder, a pessoa sempre acha que está no topo da cadeia alimentar.

E claro, além disso, essas pessoas tem acesso aos melhores profissionais de saúde, à melhor alimentação disponível, ao maior conforto, a tudo que existe de mais luxuoso, caro e exclusivo mas, todo esse requinte pode ter um efeito muito efêmero na vida de qualquer pessoa. Somos seres que enjoamos de tudo.

Mas não sejamos falsos moralistas aqui. Se a felicidade é um momento que queremos que se prolongue, um instante que faz a vida valer por si só, claro que o dinheiro pode nos aproximar desses momentos pois o dinheiro com certeza consegue nos ajudar a realizar coisas. E dentre essas coisas existem os nossos sonhos. O dinheiro pode materializar experiências. Você pode expandir a sua vivência nesse mundo com o dinheiro; pode experimentar coisas novas, conhecer lugares diferentes, sabores diferentes, pessoas diferentes. Pode ultrapassar as barreiras do comum e propiciar para você e para a sua família oportunidades que poucas pessoas no mundo tiveram acesso, assim como as oportunidades mais disponíveis no mercado. Você pode ser um bilionário e, mesmo assim, hospedar-se num albergue da juventude, caso queira ter essa experiência. Mas não pode ser um pé-rapado que só dorme em albergue e dormir num hotel 6 estrelas. O dinheiro por si só cria essas possibilidades, mas ele vem com um contexto, com um meio social, com uma educação, com uma moral… e tenho quase certeza que 90% das pessoas que já nasceram com abundância de dinheiro nunca dormiram num quarto de albergue. A possibilidade existe, mas o meio social a torna praticamente nula.

O mundo das experiências

Captura de Tela 2016-06-24 às 17.49.45Nos anos 70, um professor de psicologia que estudava o comportamento de dependentes químicos. Os experimentos eram feitos da seguinte maneira: colocavam um rato dentro de uma gaiola sozinho com dois potinhos de água. Um cheio de água e o outro com água e heroína. Todos os ratos usavam as drogas até morrerem, ninguém escapava. Até que esse cara resolveu criar uma gaiola maior que ele chamou de parque dos ratos. Ali os ratos tinham outros ratos para sociabilizar, além de atividades para distraí-los. O que aconteceu? Os ratos pararam de utilizar quaisquer drogas que davam para eles. O professor foi além: viciava os ratos em jaulas, sozinhos, depois os levavam para o parque dos ratos. E todos eles, após o período de abstinência acabavam se livrando dos vícios e levando uma vida tranquila sem as drogas. Isso levantou perguntas do tipo: o quanto do vício é realmente químico?

Uma das conclusões que se chegaram com esse estudo é que as drogas substituem as relações humanas: o carinho, o afeto, o acolhimento, o amor, a paixão, as trocas de emoções genuínas e desinteressadas. É isso que nos impede de enlouquecer, de nos acabarmos em drogas ou qualquer outro caminho autodestrutivo. São essas experiências, essas vivências que fazem com que os bons hormônios sejam produzidos e possamos sentir bioquimicamente as sensações de plenitude, prazer, satisfação, alegria e felicidade. E não, essas relações o dinheiro não pode comprar e sequer tem potencial para criar possibilidades de expandi-las. Isso é possível de ser encontrado em ambientes dos mais miseráveis. Inclusive, em lugares mais humildes e pobres, as pessoas podem até confiar mais na honestidade e desinteresse das relações, uma vez que ninguém tem nada muito material para oferecer a ninguém. Partindo dessa premissa, um abraço de 5 minutos é capaz de produzir muito mais felicidade que 500 reais na sua conta.

Talvez se você morasse em uma casa gigantesca, luxuosa, milionária e cheia de natureza exuberante em volta você não fosse tão feliz quanto na sua vidinha humilde cheia de amigos e pessoas queridas. Talvez fosse, mas por pouco tempo. Seja como for, não existe resposta simples para a pergunta: dinheiro traz felicidade. Ele com certeza ajuda a trazer mais conforto e tranquilidade para a nossa vida, mas felicidade é, com certeza, algo construído na relação entre pessoas, não na relação entre pessoas e coisas.

Vidas urbanas

Hoje eu realmente passei muito medo no taxi.

Voltando do Parque Villalobos, junto com o Jun, o motorista começa a dizer sobre o quanto eu tinha que aproveitar essa fase. Porque os filhos crescem… aí, depois… já viu, né? E então ele começou a me descrever diversos relatos de violência dele contra o filho dele, hj, com 16 anos. A última vez que bateu no menino foi quando ele tinha 10 anos. E, segundo ele, foi uma “surra daquelas”. Aproveitou para me dizer que na casa dele o pau come mesmo, não tem conversa. Falou uma vez, na segunda, paulada. Segundo ele, isso já tinha causado inúmeras brigas dentro de casa, especialmente com a mulher e a sogra. “Um dia tomei uma surra que me deixou de cama por três dias, cê acredita? Meu pai era assim, puxei ele”.

Na sequência, me contou sobre quando o filho dele tomou a primeira surra. “Começou a cuspir em mim, falei que não ia admitir isso. Na primeira que ele me deu, virei a mão na cara dele. E ele era assim, do tamanho do seu”.

Nessa hora, pedi pra ele parar com o assunto. Que, realmente não tava legal pra mim. “Vc é tipo minha mulher”. “Ainda bem que vc não é tipo meu marido nem o pai do meu filho”.

Mudou o assunto e eu preferi falar sobre banalidades, sem entrar em nenhuma briga. O que foi ótimo porque acabei esquecendo meu celular no taxi e depois o cara voltou pra me entregar.

Mas fiquei pensando em quanta violência ainda permeia o universo das nossas crianças. Violência que está ao lado, gente se gabando de educar os filhos na base do medo.

Que gente é essa que tá vindo por aí, é só o que me pergunto.

O melhor álbum do mundo na frequência do amor

Todo mundo já deve ter ouvido aquela história de que a afinação em Lá em 440hz é uma arbitrariedade inventada pelos nazistas para dominarem o mundo de alguma forma.

Muita gente ainda cai nessa.

Artigos VOCÊ MERECE 432 HZ – A FREQUÊNCIA DA VIDA

Em sua obra A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores (1955), Ramatís,  chamava a atenção  sobre a “Música”, apontando cuidados na geração das músicas com propósitos superiores para o melhoramento da consciência coletiva.

“A música em qualquer latitude é linguagem universal;  é uma dádiva que Deus concede ao espírito para a sua ventura eterna. É poesia cósmica expressa em sons, em vez de palavras. É a composição sonora que vibra pelo infinito, sob a batuta do Regente Divino; traz em sua intimidade a palpitação da própria Natureza; plena de forças criadoras, contendo em si a Beleza, a Poesia, a Inspiração e o Êxtase.”

Pergunta: Será a música, também, na Terra, motivo de futuro melhoramento da consciência coletiva?

Ramatís: Assim deverá ser, como já tem acontecido noutros orbes, pois a música age no físico, emocional, espiritual e mental. É necessário que os vossos psicólogos, compositores e cientistas se interessem pela propagação da música criadora de sentimentos elevados, em vez de conjunto de melodias estimulantes de recalques libidinosos. Ela é impulso de vida, dinâmica e criadora; serve para o modelamento harmônico da alma e do corpo.

No entanto podemos notar que atualmente :

A maior parte da música mundial é afinada em 440Hz desde que a International Standards Organization (ISO) aprovou em 1953. As descobertas recentes da vibração – oscilação natural do universo indica que essa afinação contemporânea pode gerar um efeito prejudicial à saúde ou um comportamento antissocial na consciência dos seres humanos.

Não se trata de um protesto quanto ao estilo musical, seja heavy metal ou sertanejo. Esta afinação vale para todos os estilos que ouvimos atualmente. Até um Mozart ou um Verdi.

Hoje, praticamente todos os instrumentos e todas as músicas que escutamos estão afinadas na frequência 440 Hz (vibrações por segundo – afinal, som é uma vibração). Mas não foi sempre assim. Na época de Mozart, Verdi e todos os outros compositores até o início do século XX, a frequência usada para afinação na música era de 432 Hz.

Seja como for, acredite você nisso ou não, aqui segue pra você o melhor álbum da história do Rock – The Dark Side of the Moon do Pink Floyd – com toda sua harmonia transformada para essa afinação.

Digam o que acharam! 😀

As pessoas às vezes cansam…

Eu sou a pessoa mais trouxa nesse mundo, na boa, quando vou parar de ser assim ? Meu Deus, quando finalmente vou parar de insistir? Tenho que parar de sonhar tanto e idealizar coisas que nem sequer aconteceram, parar de ser otimista com coisas que nunca darão certo! Pra que ficar batendo na mesma tecla ? O único errado nesta historia sou eu, errado por achar que isso um dia iria dar certo, mas não vai. As vezes vejo as situações como queremos e não como realmente são, mas um dia a gente acorda e acho q hoje acordei, levei um beliscão, percebi que tem coisas que só servem pra machucar nosso coração e que nos fazem chorar. Cansei. Cansei de me empolgar em coisas e depois me decepcionar. Cansei de criar expectativas demais e depois o que ganho em troca? Lágrimas. Porque? Por que sou trouxa. Queria muito ser umas daquelas pessoas, sabe aquelas pessoas? Que não se importam, que ignoram os outros, que conseguem seguir em frente, pessoas fortes, pés no chão, realistas, e até mesmo frias? Sim, eu queria ser assim. Porque essas pessoas não sofrem. Podem até ser chatas as vezes, mas é pura proteção.

Saiba como é fabricado o seu dinheiro – Boravê na Casa da Moeda – YouTube

Essa é pra você que sempre quis saber da onde vem o seu dinheiro: o pessoal do Manual do Mundo foi até a casa da moeda pra mostrar pra gente como as cédulas de real e as moedinhas são feitas na prática – é assim também que é feita a piscina do Tio Patinhas.

Mas olha, não vale ficar babando hein? Se controla rapaz! pra ganhar esse dinheiro todo tu vai ter que trabalhar, vai ter que ralar muito!

Aqui não tem moleza não!

“República do Humor” é parada obrigatória para calouros de stand-up

Impressionante!

as pessoas ainda falam de stand up comedy?

acho isso tão 2011…

depois essa enxurrada de gente que apareceu no brasil fazendo esse tipo de comédia sem graça, eu achei que todos os bares e casas de eventos que trabalhavam com isso já tinham falido… cada vez que eu vejo um comediante novo aparecendo na cena, me dá um calafrio que começa lá na base da minha coluna e sobe até o meu pescoço, inclusive embrulhando um pouco meu estômago….

É impressionante como esse “humoristas” brasileiros conseguem ser extremamente misóginos, racistas, preconceituosos e sem graça… até os mais famosos deles acabaram se consagrando por serem extremamente sem graça, atacando grupos de minorias que são atacados todos os dias  pelos piores tipos de preconceitos possíveis: Danilo, Rafinha, Marcela todos eles ficaram famosos falando que gorda é gordo, que gente feia é feia, que pobre é pobre, enfim apenas reforçaram os preconceitos que já existiam no melhor estilo de humor Praça é Nossa que se conhece.

criticam o Zorra Total e não conseguem fazer nada diferente disso Diferentemente de humoristas como Bill Marr, George Carlin, Louis CK e tantos outros comediantes estrangeiros que realmente buscam no humor uma maneira de atacar o status quo e balançar os conceitos da sociedade, ao invés de fazer piada babaca pra gente babaca.

O trabalho dos humoristas não se resume só aos palcos. O apartamento funciona também como um escritório criativo. Por exemplo, na parede dos quartos, os comediantes colam post-its com ideias para os shows. “De um lado eu coloco as ideias de piadas. Do outro, ficam aquelas que já foram testadas. E assim eu vou montando o meu trabalho”, explica Ventura.

Fonte: UOL Entretenimento